segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A CIA e os Ovnis


A CIA e os Ovnis


ciaufoEste capítulo, dedicado a explicar a forma com que a Força Aérea dos Estados Unidos tentou de todas as maneiras ocultar as evidências do fenômeno ÓVNI - recorrendo, em alguns casos, à ridicularização de valiosas testemunhas - não poderia ser concluído sem relatar a parte que coube, nessa trama, à CIA (Central Inteligence Agency), o serviço de espionagem do país. Segundo as declarações do major Donald E. Keyhoe, no seu último livro Aliens from Space ("Alienígenas do Espaço"), publicado em inglês em janeiro de 1975 e ainda não editado em nenhum outro idioma (?), a CIA constitui o "verdadeiro poder invisível" por trás do segredo ÓVNI. Mesmo que poucos saibam, a CIA tem autoridade sobre os departamentos de inteligência de todas as organizações militares dos Estados Unidos. Sua influência sobre os co-mandantes do Exército, da Força Aérea, da Marinha de Guerra e da Infantaria da Marinha é enorme, podendo, além disso, mesmo sem possuir controle total, exercer pressão sobre a FAA (Administração da Aviação Federal), ...

a Coast Guard, a Comissão Federal de Comuni-cação e também sobre a maioria das outras organizações do governo, com exceção do FBI (Federal Bureau of Investigation).

A CIA encarregou-se das investigações iniciadas pela Força Aérea em 1953, ou seja, depois que o vice-almirante R.H. Hillenkoetter abandonou seu cargo de diretor. Desde então, a Agência Central de Inteligência vem usando todo seu poder para manter o segredo do fenômeno OVNI sob o domínio da Força Aérea, perante o Congresso, a imprensa e o público.

"Não é esta uma tentativa de crucificar a CIA", disse o major Keyhoe, como se fosse possível ocorrer esta idéia a alguém; pois seus chefes, forçados a tomar uma decisão muito séria, decidiram, equivocadamente ou não, da maneira que julgaram mais conveniente para a nação. Mas, qualquer que tenha sido a razão, tanto a CIA como a Força Aérea levaram os Estados Unidos a uma perigosíssima situação - que dificilmente poderia ser pior , se a programaram com más intenções.

Em seu relatório, Keyhoe detalha numerosos casos em que a CIA tratou de paralisar a investigação de importantes observações de OVNIs - entre elas, a ocorrida em abril de 1952, cuja testemunha foi o então secretário da Marinha dos Estados Unidos, almirante Dan Kimball, que descreveu assim seu encontro com dois OVNIs, enquanto voava para o Havaí:

"Sua velocidade era surpreendente: meus pilotos calcularam entre 1500 e 2000 milhas por horas (2.400 a 3.200 km por hora). Os objetos circundaram duas vezes nosso avião e logo se afastaram rapidamente para o Leste. Por trás de nós encontrava-se outro avião transportando o almirante Arthur Radford, para quem enviei uma mensagem de rádio sobre o OVNI. Quase na mesma hora, o piloto do almirante Radford nos respondeu, excitado: "Os OVNIs estão voando em círculo ao nosso redor. Cobriram em menos de dois minutos as 50 milhas que nos separam, e em poucos segundos nos abandonaram e desapareceram."

Ao aterrissar no Havaí, o secretário da Marinha enviou um informe por rádio à Força Aérea encarregada oficialmente da investigação do fenômeno OVNI.

Truman: empecilho àqueles que desejavam ocultar o fenômeno UFO nos EUA.

Quando regressou a Washington, o almirante Kimball enviou um de seus ajudantes para consultar a Força Aérea sobre a ação tomando com base em seu depoimento. A resposta foi essa: "É contra as ordens discutir as análises dos casos OVNIs, mesmo nos de observações testemunhadas pessoalmente."

Esta resposta constituiu um indesculpável erro, pois Kimball era um osso duro de roer e de imediato ordenou que a Marinha iniciasse uma investigação própria do fenômeno OVNI.

Nessa investigação, os detalhes da observação foram controlados minuciosamente. Mais tarde, pesquisaram também o caso ocorrido com o fotógrafo da Marinha Delbert C. Newhouse, no dia 2 de julho de 1952 (o chamado caso Utah). Ele avistou e filmou um gru-po de doze ou quatorze OVNIs que manobravam em grande velocidade perto de Tremon-ton. A Marinha considerou este filme colorido como verdadeiro, julgando ser impossível simular as manobras que realizavam os OVNIs filmados.

Durante todo esse tempo, a CIA vigiou estreitamente o fenômeno OVNI e as operações da Força Aérea. Isto - segundo o que informou o almirante Hillenkoetter, ex-diretor da CIA , a Keyhoe - ocorria desde o ano de 1948, quando era diretor da Central de Inteligência.

Em 1952, sem conhecimento da Marinha nem da Força Aérea, a CIA estava solidamente empenhada em manter oculto o tema OVNI, e quando seus diretores tomaram co-nhecimento da investigação conduzida pela Marinha e das conclusões desta Arma sobre o "Filme de Utah", decidiram que deveriam colocar obstáculos ao almirante Kimball.
Sabendo que pressionar Kimball poderia fazer com que ele tivesse uma reação violenta e, em franco desafio, não só intensificasse a investigação como também decidisse dar publicidade a todas importantes evidências sobre a existência dos OVNIs que a Marinha possui, a CIA decidiu recorrer à intervenção do presidente dos Estados Unidos, Harry S. Truman, solicitando-lhe que ordenasse a Kimball o cessamento de suas investigações sobre o fenômeno OVNI.

No entanto, este plano falhou rapidamente, pois chegaram à conclusão de que provocariam a reação do presidente e, em seguida, de Kimball. Consequentemente, a CIA decidiu esperar a eleição presidencial de novembro.
A vitória do general Dwight D. Eisenhower aliviou a Central de Inteligência, pois o almirante Kimball seria evidentemente substituído por um republicano que decerto avitaria atritos entre a Marinha e a Força Aérea.
A eleição de Eisenhower garantiu maior liberdade de ação à CIA.

Mesmo com a situação controlada, a CIA sabia que outros problemas com a Marinha ainda poderiam acontecer. Como não considerasse a Força Aérea suficientemente forte para controlar a situação, o serviço norte-americano de espionagem decidiu tomar as rédeas do plano de ocultar o segredo, deslocando a Força Aérea e estabelecendo de vez uma estreita censura, para eliminar as crenças do público sobre os OVNIs.

Com esta finalidade, a CIA organizou uma reunião com a Força Aérea e um grupo de cientistas. Supunha-se que em tal reunião se faria um minucioso e objetivo exame dos informes e observações de OVNIs verificados.

"Na realidade", continua o major Keyhoe, "os cientistas escolhidos pela CIA como convidados para a reunião eram conhecidos como descrentes da existência dos OVNIs. A maioria, inclusive, não possuía nem o mais remoto conhecimento sobre o tema, e não pou-cos consideravam-no totalmente sem sentido."

Desde os agentes da CIA detinham plena autoridade, podendo limitar e ocultar as evidências, e conduzir os cientistas para um veredicto totalmente negativo, os diretores da Central de Inteligência não duvidaram que assim fosse ocorrer.

A maioria dos oficiais da Força Aérea do grupo se opunha ao segredo, pelo menos em caráter particular. Mas a CIA engenhosamente conseguiu convencê-los de que a preo-cupação verdadeira da Central de Inteligência era precisamente com relação à crescente censura, dizendo considerá-la perigosa.

Completamente desprevenidos sobre as verdadeiras intenções da CIA, os oficiais da Força Aérea esperavam que ela lhes apresentasse provas irrefutáveis da existência dos OVNIs, o que faria com que tanto os cientistas como os membros da Força Aérea e da Central de Inteligência se unissem para decidir terminar com o segredo. Mas isto não aconteceu.

Entre os oficiais da Força Aérea convidados à conferência encontravam-se o major Dewey Fournet, do Estado-Maior, que atuava como supervisor do Projeto OVNI, o capitão Edward J. Ruppelt e outros oficiais da Força Aérea: o general Wright-Patterson, dois coronéis da diretoria de inteligência e Albert M. Chop, encarregado do escritório de imprensa do Projeto OVNI.

Sem que a CIA suspeitasse, seis semanas antes da conferência o major Fournet e vários outros oficiais do Estado-Maior da Força Aérea trabalharam secretamente num plano destinado a desvendar o mistério OVNI perante o público. Dentro do grupo de trabalho citado encontrava-se o major Keyhoe, que trabalhava participando com alguns de seus inte-grantes, segundo declarou em seu livro.

Keyhoe disse que o plano desenvolvido lhe foi informado primeiro por Chop e mais tarde por Fournet e Ruppelt, e contou que ficou tão surpreendido que, à primeira vista, achou difícil de acreditar.

Durante o excitante ano de 1952, o major Fournet se destacou como a figura-chave na avaliação de centenas de relatos de observações e, na qualidade de controlador do Estado-Maior da Aeronáutica, teve a história completa dos OVNIs, convencendo-se de que o segredo devia acabar. Muitos dos altos oficiais da Força Aérea compartilhavam da sua opi-nião e o ajudaram a desenvolver seu projeto.

A chave do plano consistia numa conferência especial à imprensa, convocada sem anúncio prévio para evitar interferência.

A primeira coisa a ser mostrada aos jornalistas seria o filme de Utah. Depois da projeção, as conclusões e análises da Marinha sobre o filme confirmariam a existência dos OVNIs.

Desvendariam, com apoio de documentação indiscutível, os casos mais importantes, ou seja, aqueles relatados pelas testemunhas mais fundamentadas, sendo que alguns seriam confirmados pelos operadores de radar que os detectaram.

A conferência de imprensa teria como epílogo uma nova avaliação do fenômeno OVNI, que representaria os pontos de vista do departamento de inteligência da Força Aérea expostos pelo major Fournet, os quais sustentariam em todos os fatos analisados com o auxílio dos cientistas do projeto e dos oficiais técnicos de inteligência. A conclusão final declarada à imprensa seria: "Naves espaciais extraterrestres vigiam nosso mundo!"
Tudo estava planejado antes que a CIA programasse a conferência acima citada, e, consequentemente, o major Fournet decidiu manter o plano em segredo até o momento em que se realizassem os principais debates. Estava convencido de que os cientistas aceitariam as evidências do grupo da Força Aérea e estariam de acordo com a necessidade de preparar o país.

A conferência da CIA iniciou-se a 12 de janeiro de 1953, e foi controlada por três representantes da Agência - os agentes Philip G. Strong e Ralph L. Clark e os cientista Dr. Marshall Chadwell. Depois de cinco dias de conferências, as discussões terminaram com a vitória da CIA, que se opunha à divulgação do tema OVNI.
Com relação ao filme de Utah, declararam que os analistas da Marinha eram incom-petentes. Evitaram também discutir os casos de maior importância e ridicularizaram as tes-temunhas mais fundamentadas. Isto fez com que os cientistas que participaram da reunião reprovassem completamente o relatório de Fournet, disendo não haver a menor evidência da existência de naves interplanetárias. O mesmo ocorreu com um programa de Ed Ruppelt para instalar um sistema especial de detecção de OVNIs, vetado pelos representantes da CIA.

Por sorte, o grupo de Fournet não deixou transparecer nada do plano secreto que preparavam e, em fevereiro, trataram de realizar a conferência especial de imprensa. Pare-ciam a ponto de triunfar, mas...a CIA mobilizou-se, e no Pentágono, numa tarde desse mês, Albert Chop declarou a Keyhoe: "Arruinaram nosso programa: ordenaram o desenvolvi-mento de uma campanha nacional de ocultamento, inserindo artifícios jornalísticos e con-tratando programas de rádio e televisão para transformar em idiotas os autores de relatos de observações." Em seu livro, o major Keyhoe relata minuciosamente uma série de persegui-ções e pressões que a CIA exerceu sobre militares e aviadores, cientistas, altos funcionários do governo, cidadãos e, inclusive, sobre membros do Congresso. Pressões que, no caso de Ed Ruppelt, fizeram com que ele não só perdesse o emprego como também tivesse sua saú-de abalada, a ponto de o cientista acabar morrendo.

O major Fournet foi submetido a ordens precisas de não revelar nenhuma idéia de suas conclusões sobre os OVNIs, e seu relatório foi arquivado no Estado-Maior da Força Aérea como documento incompleto da Arma.
Keyhoe revela ainda que, sob a política imposta pela CIA, as testemunhas qualificadas da Força Aérea foram ridicularizadas brutalmente. Uma das vítimas desse política foi o comandante D.J.Blaqueslee, famoso herói da 2a Guerra Mundial que, enquanto voava com seu jato sobre o Japão, ouviu, pelos rádiopilotos de outros aviões da Força Aérea informa-rem à base sobre a presença de um OVNI. Guiado pelo radar terrestre, Blaqueslee localizou um OVNI com luzes giratórias de cores verde, vermelho e branco.

Depois de apagar as luzes de seu avião, o comandante tratou de se aproximar do OVNI, pois num primeiro momento, aparentemente, seu jato não fora notado pelos tripulantes extraterrestres. Mas quando iniciou a manobra para aproximar-se, a nave alienígena acelerou, afastando-se até desaparecer. Blaqueslee pôde observar o objeto pela Segunda vez., oportunidade em que, a fim de se aproximar, exigiu potência máxima de seu avião, fazendo com que o OVNI atingisse uma velocidade qualificada por ele como incrível e de-saparecesse completamente em menos de cinco segundos.

Em sua nova publicação, o major Keyhoe menciona uma grande quantidade de casos de suma importância, cuja divulgação foi possível graças à reação do grande número de oficiais da Força Aérea que tinham resolvido não acatar as imposições da CIA. Entre estes casos figura o que se relata a seguir:

O professor Henry Carlock, chefe do departamento de física da universidade de Mississippi, era também coronel da reserva da Força Aérea. Certa noite, em 1957, enquanto explorava o espaço com um telescópio de 100 aumentos, ele descobriu um OVNI que se deslocava sobre Jackson.

No relatório público que fez, descreveu o objeto como um dispositivo manobrável que possuía três grandes olhos-de-boi. Em Washington, um agente da CIA ordenou ao oficial de imprensa da Força Aérea que divulgasse um comunicado desmentindo o relatório do coronel Carlock, mas o oficial da Força Aérea negou-se a isto, dizendo que Carlock era um excelente astrônomo e que, se declarara ter visto um OVNI, era porque isto realmente acontecera. E disse ainda que jamais aceitaria a pretensão de ridicularizar Carlock tão creti-namente.
"Não importa o que você pensa", disse o agente da CIA. "Não há saída: você deve informar que se trata de uma ilusão"

Depois de uma violenta oposição, o oficial redigiu o relatório sobre o caso, mas não deixou que chegasse à imprensa.

E o major Donald E. Keyhoe relata, com todos os detalhes (incluindo nomes, cargos e datas), numerosos episódios em que acusa a CIA - exercendo assim pressão sobre legis-ladores, chefes das Forças Armadas e ainda sobre secretários de Estado - de Ter o propó-sito de esconder a verdade sobre os OVNIs. Conseguirá a CIA manter o mistério? O autor não acha possível, e acredita que rapidamente a verdade virá à tona.


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A Experiência Filadélfia - A verdadeira história contada por um sobrevivente - Parte 2

filadelfia1Escolhendo a Tripulação - Estivemos embarcados, passamos algum tempo em São Franciso e voltamos ao final de 1941. Retornamos ao projeto em 1942 quando foi decidido que era necessário uma tripulação voluntária, portanto, uma pedido para “voluntários” foi expedido. Foram escolhidas umas 33 pessoas que foram enviadas a uma escola de treinamento especial da Guarda Costeira de Groton, Connecticut. Isso foi em setembro e a partir de dezembro eles já se encontravam no estaleiro naval. Existe uma foto dos formandos. Eu não a tenho, mas algum dia conseguirei uma. Adivinhem quem era o diretor da turma? O meu pai, em seu uniforme da guarda costeira! Da marinha para a guarda costeira não é uma mudança muito grande. Um dos documentos que ainda existem sobre sua vida, é uma carta de louvor da guarda costeira, elogiando sua assistência à mesma e ao governo durante a segunda guerra mundial, o que quer dizer que ele estava bem enfronhado nessa história.

Por alguma razão, a guarda costeira foi escolhida para manter algumas dessas operações em segredo. No fim de 1942 o navio estava no porto. Colocaram todo o material a bordo e iniciaram os testes, que se estenderam até a primavera de 1943. Em março de 43, von Neumann estava começando a ficar nervoso, dizendo que “poderia haver algum problemas com os funcionários”. Eu e meu irmão havíamos insistido nessa questão desde o início. Aparentemente ele decidiu (depois de superar o desprezo que sentia em relação a Tesla, apesar de respeitá-lo muito profissionalmente) que havia um problema. Procurou a marinha que lhe disse:” Faça o que puder, mas você tem que respeitar o prazo”. Utilizou um terceiro gerador, o que além de não funcionar, provocou ferimentos em um dos assistentes que trabalhava conosco junto ao equipamento, que foi hospitalizado em estado de coma.

A partir daí, meu irmão e eu tornamo-nos os únicos responsáveis pelo funcionamento do equipamento, que em sua versão final possuía uns 3000 6L6 tubos em renque; tínhamos um sistema gerador de impulsos e outros equipamentos exóticos. Tudo isso estava no porão e sob nossa responsabilidade. Eram necessárias duas pessoas para operar o equipamento na seqüência certa (na época não havia computadores, tudo tinha que ser feito à mão). Eventualmente, chegou o dia em que acharam que estávamos prontos para um teste prolongado. Era o dia 22 de julho no porto de Filadélfia.



O Primeiro Teste



Saímos à baia, com a certeza de que tudo iria funcionar. As ordens de Von Neumann viriam pelo rádio do navio de observação. Deram-nos ordens de ligar o equipamento e assim o fizemos. Tudo correu bem durante uns 20 minutos. Parecia que tudo estava funcionando normalmente. Conseguiram a invisibilidade total, óptica e em radares.

Devo dizer que em 1943, tínhamos um sistema de radar muito bom, melhor do que qualquer coisa que existisse em 1940 e 41. Quando Pearl Harbor sofreu o ataque, o sistema de radar que captou os bombardeiros japoneses era muito tosco e o comandante ou seja quem fosse que estivesse no comando naquela hora, ignorou o aviso. Não era um radar muito bom ou eficiente. Dois anos fizeram muita diferença.
O navio ficou totalmente invisível e 20 minutos depois, recebemos ordens de desligar o equipamento e voltar ao porto. Naquele momento, percebemos que tínhamos problemas com o pessoal no deck do navio. Haviam sido colocados lá deliberadamente, para testar os efeitos. Os indivíduos estavam totalmente desorientados e abalados, digamos que não estavam “normais”. Eu, meu irmão e todo o pessoal que ficou sob o deck foi protegido pelo aço. A Marinha disse: “Bem, dar-lhe-emos uma nova tripulação.” Ao que Neumann retrucou: “Não! Sei que temos um problema.” Pediu à marinha uma extensão no prazo. “Não, estamos em guerra, faça o que puder.” E deram-lhe um prazo final - 12 de agosto de 1943.

Von Neumann ficou muito bravo com isso. Eu pensei: “por que um prazo final?” Procurei o diretor do projeto na época, Hal Bowen, diretor do Departamento de Engenharia Naval, organização que precedeu o atual Departamento de Pesquisa Naval, fundado em 1946. Foi o primeiro diretor desse Departamento e o último daquele. Perguntei-lhe o porque daquele prazo, mas ele não sabia. No entanto, comprometeu-se a descobrir a resposta.

Descobriu que a ordem tinha partido do Chefe Naval de Operações (CNO - Chief of Naval Operations), uma pessoa que estava envolvida somente com a operação de guerra e que não podia estar menos interessada em um projeto de engenharia. De qualquer maneira, havia dado a ordem; achamos que havia algum outro fator e que, na verdade, a ordem havia partido de um escalão superior. Na época não conseguimos descobrir.
Fizemos o possível para estarmos prontos no dia 12 de agosto. A marinha também havia mudado de idéia e disse que “uma invisibilidade em relação a radares já seria suficiente. Não precisamos de invisibilidade óptica; na verdade, não a queremos.” Na época, não existia um sistema de navegação mundial como hoje em dia - LORAN (sistema de navegação de longo alcance), SHORAN (sistema de radar e de navegação de curto alcance) e nem, é claro, apoios de navegação como sistemas de radar computadorizados. Assim era necessário manter um contato visual a um navio adjacente, na falta de um radar. Se no caso de uma tempestade ele ficasse invisível ao radar, seria necessário vê-lo!
O Segundo e Fatal Teste

Chegou o dia 12 de agosto: estávamos à bordo do Eldridge, saímos do porto e esperamos pelo sinal para ligar o equipamento. Nos primeiros 60 ou 70 segundos tudo parecia correr de acordo com o plano. O navio tornara-se invisível a radar, mas era possível ver o contorno do casco como que através de uma neblina. Mas aí, o navio desapareceu completamente do porto - sumiu. Houve pânico total no navio observador. Havia dois deles, três, se incluirmos um navio da marinha mercante que estava muito intessada no sucesso do sistema. Se vocês se lembram, naquela época, os submarinos alemães estavam fazendo a festa no Atlântico, afundando 50% dos nossos navios da marinha mercante que levavam mantimentos para a Europa.

O navio desapareceu. Reapareceu umas quatro horas depois, no mesmo local, mas era óbvio que havia algo drasticamente errado. Uma boa parte da superestrutura estava danificada; a antena especial construída por T. Towsend tinha quebrado e ninguém respondia pelo rádio. Tiveram que enviar uma lancha para descobrir o que estava acontecendo. O que viram era devastador - um pandemônio total a bordo. Em uma contagem posterior, soube-se que muitas pessoas haviam desaparecido do navio completamente; quatro homens estavam enterrados, dois no deck - seus corpos presos no aço - e dois nas paredes. Um quinto homem tinha a mão presa em uma parede de aço. Ele viveu, mas teve sua mão amputada. Alguns haviam sumido e o resto dos sobreviventes ficaram insanos.

Aqueles que estavam dentro do navio, sabiam que havia algo de errado e apesar de não enlouquecerem, foram afetados. Todos foram postos em quarentena, o que teria acontecido de qualquer maneira para fazer o famoso “debriefing”. A questão então era: “o que aconteceu?”
O Eldridge havia desaparecido de 3 a 4 horas, voltara danificado, sua tripulação completamente atordoada, além de desfalcada. Éramos quinze, contando comigo, meu irmão e o comandante. Não havia sobrado muitos. Depois de quatro dias de reuniões, decidiu-se abandonar o projeto. Mas logo depois mudaram de idéia e resolveram fazer mais uma teste.

O Terceiro e Último Teste

filadelfia5Não estive presente nessas reuniões. Compareci somente para entregar meu relatório; meu irmão havia desaparecido - falarei disso mais tarde. Decidiram fazer mais um teste como o primeiro, de 1940. Como havia sobrado muito equipamento, pois esperavam ter sucesso, utilizaram-no em substituição daquele que havia estragado. Ligaram o equipamento no controle remoto com uns 35m.de cabo. Em uma noite do final de outubro, levaram o navio fora do porto de Filadélfia, com a tripulação à bordo e ancoraram-no. Desembarcaram a tripulação e ligaram o equipamento. O navio desapareceu e voltou 15 minutos mais tarde. Essa deve ser a causa de uma história apócrifa que relata ter sido visto o navio em seu porto alternativo em Newport News, Virgínia, para desaparecer logo em seguida para retornar ao porto de Filadélfia. O fato é que o navio não estava na ativa antes de 27 de agosto e portanto não possuía um porto alternativo. Quando apareceu, metade do equipamento havia sumido e a sala de controle estava em ruínas. A Marinha desistiu. O equipamento foi retirado e o navio foi utilizado em combate até 1946, quando ficou no estaleiro até ser entregue à Marinha da Grécia em 1951, junto a um destróier e outros navios, que o utilizou com o nome de Lion. Seus novos donos requisitaram o diário de bordo, que leis marítimas, deve permanecer à bordo desde o dia em que o navio entra em serviço.



O Encobrimento



O que encontraram? Todas as páginas do diário de bordo até 01 de janeiro de 1944 haviam sido arrancadas. E o que é que os gregos iam fazer? Reclamar com a Marinha dos EUA? Toda a documentação havia desaparecido, o que quer dizer que toda a história do Eldridge até aquela data foi acobertada. A marinha criou 4 versões diferentes: há uma versão oficial que relata quando o navio foi lançado à água e quando entrou no serviço ativo (que por sinal é o dia correto, 27 de agosto de 1943). Tivemos um capitão temporário durante os testes, o Capitão Engle. Um capitão em sistema permanente assumiu mais tarde, a partir de 27 de agosto (segundo a Marinha), depois do cruzeiro de guerra, para serviço normal no Atlântico - o que não é bem verdade. Foi mais tarde, em 12 de dezembro. Houve um grande acobertamento. Até hoje a Marinha insiste na existência do Eldridge, mas nega tudo sobre os testes. Segundo o livro de William Moore, O Experimento Filadélfia (The Philadelphia Experiment), publicado em julho de 1979, a Marinha, naquela época, havia gasto U$2 milhões de dólares, em suas estimativas, só em cartas-padrão, confirmando a existência do Eldridge e desmentindo qualquer experimento dessa natureza. Gastaram rios de dinheiro acobertando os testes e negando-os. Ainda o negam.

O fato é que os testes foram realizados e há sobreviventes.



Minha Experiência no Teste



Eu e meu irmão estávamos a bordo. Aconteceu conosco. O último teste tripulado foi realizado em 12 de agosto de 1943. Ligamos o equipamento e tudo parecia funcionar normalmente (faço um relato de como nós vimos tudo e não do ponto-de-vista dos observadores do lado de fora), quando começou a haver uma estranha discrepância na maneira pela qual o equipamento estava funcionando: começou a desaparecer de uma maneira esquisita além de outras coisas estranhas. A instabilidade aumentou e chegamos à conclusão de que o equipamento definitivamente não estava funcionando como deveria.

Corremos aos interruptores principais para desligar tudo, mas não funcionavam; haviam travado. A essas alturas, com arcos elétricos disparando por todos os lados dentro da cabine, decidimos que era melhor sair dali. Subimos ao deck onde reinava o caos. Dissemos um ao outro: “vamos pular e nadar até a costa.”



Mergulhando em 1983



Saltamos do navio, mas ao invés de cairmos na baía, aterrissamos em terra firme, em plena noite - soubemos depois que eram 2 horas da manhã do dia 12 de agosto (no início não acreditamos) de 1983, em Montauk, Long Island - uma parte e parcela de um outro projeto chamado Fênix (Phoenix Project). Estávamos dentro do perímetro de uma base militar, uma cerca às nossas costas, que podíamos ver e sentir. Sobre nossa cabeça... o que sabíamos a respeito de helicópteros? (Sikorsky ainda estava tentando torná-los uma máquina militar exeqüível em 1943). Alí estávamos com um helicóptero, seu facho de luz voltado em nossa direção, sobrevoando sobre nós. Os PM chegaram logo e nos levaram até um prédio, onde tomamos um elevador que nos levou vários andares subterrâneos. Muitas portas se abriram e finalmente fomos saudados por um senhor que era obviamente um civil - percebemos que possuía alguma autoridade. Ele disse: “Bem, vocês conseguiram.” Ao que respondi: “O que quer dizer com isso?” “Sou o Dr. von Neumann”. “Você é quem? Acabamos de deixá-lo. Ele é muito mais jovem que você”. “Vocês não estão em 1943, mas em 1983”.

No início não acreditamos, estávamos muito confusos. Porém, à medida que olhava em torno do recinto, vimos computadores incríveis e outros equipamentos totalmente diferentes, monitores de vídeo - coisas que não existiam em 1943. Eventualmente, fomos convencidos de que estávamos, de fato, em 1983 e Von Neumann explicou-nos o que havia acontecido: “Tenho todos os relatórios. Sei o que aconteceu e estava esperando por vocês. Vocês têm que voltar ao Eldridge e destruir todo o equipamento. Criamos um buraco no hiperespaço onde o Eldridge caiu. Vocês pularam e foram atraídos para este lado do experimento. Os dois experimentos cruzaram-se através do hiperespaço, um em 1943 e o outro em 1983” (o de 1983, era o projeto Fênix).



Um Buraco no Hiperespaço



filadelfia3O encadeamento dos dois experimentos criou esse buraco no hiperespaço. Para aqueles de vocês que não sabem o que é hiperespaço, digo que é um simpático termo matemático que quer dizer que você não está em lugar nenhum; está entre universos. O equipamento do navio forneceu campos que geraram uma realidade artificial, na qual todos que permanecessem dentro do navio estariam a salvo. Como escapamos - pulando - foi algo que não conseguimos entender naquele momento. Von Neumann disse: “vou mandá-los de volta para destruir o equipamento. Assim o navio voltará ao seu lugar no tempo”. Perguntei ,”e a tripulação?” “Você já o fêz. Tenho os relatórios aqui comigo”. Ficamos ainda mais confusos. Quem pensa que viajar no tempo fácil, deveria ler algo a respeito, além de ficção científica. Eles tinham o controle total do tempo e espaço no Projeto Fênix e mandaram-nos de volta. Empunhando machados, destruímos todo o equipamento da sala de controle. Eventualmente os geradores foram parando. Subimos ao deck. Os campos estavam se dissipando. Vimos pessoas correndo, berrando e caindo.

Distraí-me com alguém que estava preso no meio de uma divisória e durante esse instante de distração, meu irmão, aparentemente em pânico, jogou-se do navio (descobri mais tarde, que havia voltado para 1987). Permaneci em 1943. Voltamos à baía, e a partir daí, reinou o caos. Fizemos muitas reuniões depois, e Von Neumann costumava coçar a cabeça e dizer: “não entendo o que aconteceu”. Passamos anos tentando descobrir o que havia provocado o incidente. Ele sabia que havia tido um problema com pessoal muito sério, mas não a natureza do mesmo. Com o passar do tempo, a Marinha descontinuou o projeto..

Permaneci na Marinha e casei-me no final daquele ano. Tive um filho, Jess, em fevereiro de 1944, sendo transferido, com minha família, para Los Álamos, Novo México, onde permaneci até 1947, quando fui removido à força e separado de minha família para sempre.
Fui acusado de traição, mas ao invés de ir parar em uma Corte Marcial, fui transferido para Washington, D.C. e todas as acusações foram retiradas. Transferiram-me para uma base militar em Montauk, Long Island, (Fort Hero). Dali, fui enviado através do tempo parra 1987, de volta ao Projeto Fênix onde fui submetido a uma lavagem cerebral profunda: toda minha memória foi removida e fui regredido fisicamente dos trinta anos que possuía, para 1 ano. Nessas condições, enviaram-me novamente no tempo para 1927, e “colocado” em uma família, substituindo um filho que havia falecido. Essa família - Bielek - tornou-se minha por mais de meio século!

No início da II Guerra Mundial, em 1945, fui convocado pela Marinha pela segunda vez em minha vida, agora sob o nome de Al Bielek. Fui desligado em 1946; entrei em negócios que não deram muito certo e então fui para uma universidade em Newark, Nova Jérsei e mais tarde para a Universidade da Califórnia de Los Angeles (UCLA). Finalmente, estabeleci-me como engenheiro eletrônico (1958-1988) até aposentar-me. Com a recuperação de minha memória sobre o Projeto Fênix em maio de 1986 e o Experimento Filadélfia (Projeto Rainbow) em janeiro de 1988, passei a dar palestras e a escrever sobre ambos e suas extraordinárias conseqüências.

Em 1947, veio uma nova administração política e com ela, uma nova administração militar. O Departamento de Pesquisas Navais, passou a ser composto pelo antigo Departamento de Engenharia Naval. Não havia um Departamento das Forças Aéreas, que surgiu três anos depois, mas tínhamos o Pentágono. Só em 1947 é pediram a Von Neumann que voltasse ao projeto para verificar o que poderia ser salvo. Nessa época, eu já não fazia mais parte dele.



Enviado a Montauk



Fui removido da Marinha antes do primeiro grande acidente de OVNI em Roswell, Novo México, em 7 de julho de 1947. Como me recordo agora com detalhes, lembro-me de que tinha acesso completo a todos os arquivos da Marinha, inclusive a uma “caixa preta”, para escrever um relatório sobre o desenvolvimento histórico da bomba atômica. Estava em Los Álamos, quando puseram-me em um trem em direção a Washington. Finalmente acabei em Montauk, em uma base militar e naval anterior à I Guerra Mundial, chamada Fort Hero, na costa leste.



De Volta a 1983 como Al Bielek



Enviaram-me para lá e de repente, estava novamente em 1983. Sei que isso é um pouco surrealista, mas foi o que aconteceu.” Puxaram-me” de volta. Haviam resolvido livrar-se de mim; não queriam matar-me, não sei porquê. Foi, como mencionei mais cedo, passei por uma lavagem cerebral. Não existe nenhum registro sobre a existência de um Edward Cameron, pelo menos, nada que eu pudesse encontrar.
O Projeto Fênix

Antes que me aposentasse, aconteceram algumas coisas. Vou falar um pouco do Projeto Fênix, pois também estive envolvido nele. Foi concebido a partir de um trabalho iniciado depois da II Guerra Mundial, mais ou menos em 1947, ou seja, quando ressuscitaram o Experimento Filadélfia, mas naquela altura, eram separados. O Projeto Fênix começou no Laboratório Nacional de Bookhaven e contava com a participação de cientistas estrangeiros emigrados. As pesquisas versavam sobre controle mental e coisas relacionadas.

Eu já havia sido desligado da Marinha quando ouve o acidente com um OVNI em 1947, em Roswell, Novo México. Uma equipe do governo foi enviada para investigar o acontecimento, depois que a Marinha já havia recolhido a nave e feito um pronunciamento - esses relatórios são públicos. Foram enviados ao jornal de Roswell e até hoje, fazem parte de um documentário feito em Las Vegas, denominado “Ovnis como evidência”, por George Knapp.

Uma das seqüências, conta qual foi a história verdadeira do encobrimento. A nave continha os corpos mortos de alienígenas que mais se pareciam a gafanhotos. Mas o que ocasionou uma grande comoção em Washington, foi o fato de que havia pedaços de corpos humanos em meio os escombros. Chamaram o Dr. Vannevar Bush, o consultor científico do presidente, para conduzir as investigações. Quem era seu assistente? Van Neumann - isso também faz parte dos arquivos públicos.

Houve um segundo acidente em 1947, outro em 1948 e mais um em 1949, sendo que nesse último, foi capturado um alienígena vivo, que não se parecia com os outros; foi encontrado correndo pelos campos e acabaram dando-lhe o nome de EBE. Apesar de ter encontrado algumas vezes com Van Neumann, como Bielek, nunca lhe perguntei se havia conversado com o alienígena, mas assumo que foi dele que conseguiu as pistas para saber o que tinha dado errado no Experimento Filadélfia.



Trancas no Tempo



O problema parece muito simples em teoria, mas é muito complicado na prática. Todo o indivíduo que nasce nesse planeta, a partir do momento da concepção, tem o que podemos chamar de “travas no tempo”: a alma está presa a um ponto no correr do tempo, relativo a seu momento de concepção e assim, tudo flui em uma velocidade normal na função tempo, principalmente a quarta dimensão. Quando o indivíduo acorda, o faz na hora certa, com a certeza de que todos e tudo continuam iguais e que não escorregou para uma nova realidade durante a noite. Está trancado em um período de tempo.

Essas trancas permanecem por toda a vida. Ao morrer, elas desaparecem e o indivíduo fica livre, por assim dizer, para ir aonde quiser no tempo. Pode reencarnar em qualquer época, anterior ou posterior. Essas travas ou trancas foram rompidas pela extrema força dos campos gerados pelo método do Dr. Van Neumann.

Ele utilizou quatro bobinas Tesla gigantes. Não eram as ordinárias, mas em forma de cones, ativadas em dupla por cada um dos geradores de 75w, operando a uma moderada baixa freqüência (impulsos). Tinha quatro transmissores “rf” de dois megawatts cada (cw), a 10% de ciclo ativo de impulso. A força era equivalente a 80% de megawatts (impulsos). A tripulação estava no deck perto da antena, que por sua vez, estava presa ao mastro do navio. Jamais na história, alguém havia sido submetido a campos de força de tal intensidade e muito menos a tais campos magnéticos. Ninguém tinha a menor idéia do que poderia acontecer e ninguém havia pensado nisso, a não ser Tesla, que sabia que algo aconteceria.

Finalmente, Von Neumann concordou com o óbvio, mas então, já era tarde. Acabaram com um punhado de pessoas enlouquecidas e outras, que ao perder suas travas de tempo, andaram através do nada e desapareceram para sempre.



Inventando um Computador para Resolver o Problema



Von Neumann teve que ir buscar na metafísica as respostas para prevenir tais tipos de acidente, coisa que deve ter sido bastante difícil para um matemático holandês, teimoso e profundamente materialista.

Decidiu que necessitava computadores complexos e como esses ainda não existiam, pôs-se a trabalhar. Em 1952, tinha um computador completamente operacional, construído especialmente para a Marinha, dando uma nova abordagem ao projeto. De alguma maneira, havia resolvido o problema de trancas-do-tempo.



O Quarto Teste e o Projeto Fênix



Fizeram um novo teste em 1953 - um novo navio, uma nova tripulação. Foi um grande sucesso; ninguém saiu andando através de paredes ou aparecendo em algum bar inexistente no centro de Filadélfia (essa é uma das histórias). Tudo funcionou como planejado. O que fizeram então? Tornaram-no parte do Projeto Fênix, que criou toda a hardware que deu origem à Stealth Hardware, o bombardeiro Stealth. Hoje em dia, contamos com campos de invisibilidade e escudos para porta-aviões. Há o caso, por exemplo, de um deles que sumiu dos radares e visão ótica para reaparecer três dias depois, a 3.000 milhas de distância.

O problema havia sido resolvido e Von Neumann desligou-se do projeto. Na realidade, tornou-se um consultor até o fim do mesmo em 1983, quando aposentou-se, anunciando que não queria ter mais nada a ver com o governo ou qualquer projeto por ele patrocinado. “Estou me aposentando”, disse. Nos arquivos públicos, consta que ele faleceu de câncer em 1957. Isso é de domínio público, houve até um funeral, mas nada pode ser mais longe da verdade. Von Neumann permaneceu no projeto como seu diretor até 1977, quando começou a sofrer de um problema de dupla personalidade. Foi então que tornou-se um consultor. E ainda está vivo, pelo o que eu saiba, pois tive a oportunidade de falar-lhe em 1989, sob o efeito dessa personalidade dupla, em sua casa ao norte do estado de Nova Iorque.

O interesse primordial do Projeto Fênix era controle mental, e as pesquisas estavam sendo desenvolvidas nos laboratórios do governo em Brookhaven. Como em outros casos semelhantes, a apresentação de um relatório mensal era obrigatória. Esses foram enviados para o Congresso e Senado e lá ficaram, em algum lugar, até que, por volta de 1958, alguém resolveu lê-los. A reação foi imediata. “Controle mental? Quem precisa disso? Eles podem usar em nós! Cancelem o projeto”. E assim foi feito.



O Monstro Criado pelo Projeto Fênix



Em 12 de agosto de 1983, o Experimento Filadélfia interligou-se ao Projeto Fênix. Esse último teve seu fim nessa mesma noite, quando surgiu um monstro do tipo abominável monstro da neve, com 4 ou até 10 metros de altura, dependendo do pânico de quem descreve, que começou a destruir edifícios e pessoas. O diretor, Jack Pruett, entrou em pânico também. Como no Experimento Filadélfia, os computadores não seguiam o comando e de nada adiantou cortarem os cabos que alimentavam o sistema. Como disse Einstein, se alguém criar uma máquina de alta complexidade e fornecer-lhe energia suficiente, ela criará inteligência própria. Aparentemente, esse foi o caso. O projeto, na verdade, compunha-se de um imenso complexo de computadores, que conseguiu acessar uma fonte de energia - o mar Dirac - e alimentar-se diretamente. Para neutralizá-lo foi necessário destruir todas as suas partes.



Meu Irmão 46 Anos Mais Jovem



Meu irmão morreu em 1983, momento no qual tornou-se um entrante, no corpo de nosso irmão mais jovem, nascido em 12 de agosto de 1963 de Alexander Cameron Jr. e sua quinta esposa. Todas suas lembranças datavam a partir daquele momento.
Minha memória começou a retornar quando vi um filme de ficção, baseado no Experimento Filadélfia, realizado por EMI Thorn e lançado nos EUA em agosto de 1984, chamado O Experimento Filadélfia. O início do filme é bastante fiel à realidade, chegando a mostrar dois personagens jogando-se do navio (eu e meu irmão), voltando para destruir o equipamento e um deles retornando para 1983.
Meu irmão não chegou a ver o filme, nem a ler os dois livros sobre o Experimento. Foi no processo de uma regressão hipnótica em que ele voltou até agosto de 1963 e de repente viu-se a bordo do Eldridge em 1983. E eu estava lá.



O Significado do 12 de Agosto



A importância do significado dessa data só se tornou clara em 1988. É um fato estabelecido que o ser humano tem três biorritmos. A Terra, porém, possui quatro, fato descoberto por um amigo meu nos anos 80, ao fazer uma pesquisa com receptores “rf” e interferências. Com sua descoberta inicial, conseguiu fundos governamentais para desenvolver seus estudos. Verificou, assim, que a Terra tem quatro biorritmos e que estes têm um momento de pico sempre na mesma data, 12 de agosto de 1943, 1963, 1983, em qualquer direção ao passado ou ao futuro, ad infinitum. O dia pode variar, mas sempre com uma aproximação de 24 horas. Aí estava a sincronização entre os dois experimentos, que geraram energia suficiente para causar a interligação.

O livro, “Como Explorar Dimensões Superiores no Espaço e no Tempo”, de T.B. Pawlicki, 1989, oferece alguns aspectos teóricos importantes. Nele, Pawlicki fala do toro (círculo) do tempo. Baseado nessa teoria, é possível a começar a entender o que aconteceu, isto é, se você tiver uma boa cabeça para a matemática ou para visualizar. Einstein afirmou que, em nosso universo não existe uma linha reta. Se começarmos de um ponto (não importando a direção) e mirar um ponto adiante em linha reta, acabaremos formando um círculo, seremos atingidos nas costas. O mesmo aplica-se ao tempo - um circuito fechado, ao qual chamamos toro do tempo - uma representação matemática de uma estrutura de imensas dimensões. No centro dessa rosca, desse toro, o tempo flui com um coeficiente linear, mas também flui em espiral em torno da periferia, falando matematicamente. Se a pessoa afastar-se do centro em direção à borda exterior, encontrar-se-á em uma realidade alternada. Ao progredir ao longo dessa borda, o indivíduo entrará em realidades alternadas, paralelas à dele.

O Eldridge moveu-se no tempo, mas também entrou no hiperespaço, quando a intenção era que somente girasse o campo do tempo para tornar-se invisível. Com a hardware adequada, é possível atingir uma rotação do tempo, criando-se um campo energético de sexta-ordem, coisa que o Eldridge foi capaz de fazer. O Projeto Fênix, criou um campo de oitava-ordem. Eram necessários 12 campos para entrar no hiperespaço, então, de onde vieram os outro quatro?

Segundo relatórios, o Projeto Montauk estava inativo em 22 de julho de 1983. Em 01 de agosto, receberam uma ordem incomum de reativar o projeto e mantê-lo em operação ininterruptamente. O sistema gerado pelas funções do Montauk em conjunto com a energia, era capaz de ser direcionada para mais ou para menos no infinito em termos de tempo. Em outras palavras, elas poderiam circunavegar completamente o toro do tempo em menos de 24 horas. Ao fazer isso, adicionaram uma ordem de realidade que ficou impressa nas redes formadoras de impulsos e nos bancos especiais que possuíam para o sistema modulador. Uma nova ordem de realidade foi acrescida por dia e após cinco dias, podiam penetrar na décima-segunda ou qualquer outra ordem que desejassem. Com isso, mais a data crítica de 12 de agosto em 1943 e em 1983, os sistemas, em operação naquele momento, interligaram-se. Abriram um buraco no hiperespaço do tamanho de quarenta anos.

O Projeto Permitiu a Invasão dos Greys



Houve uma invasão maciça de Greys a partir de 1950. Ela só terminou porque eles já estão aqui. Há indicações de que aqui chegaram vindos de um outro continuum tempo-espaço, de um universo diferente do nosso. Hoje em dia, penso que esses dois projetos foram criados com o propósito específico de criar um buraco no espaço para permitir uma invasão na Terra. Pelo que eu saiba, não haviam extraterrestres envolvidos no Experimento Filadélfia, ao contrário do Projeto Fênix. Em 1970 já possuíamos as máquinas, mas não a capacidade de criar “buracos no espaço”, como Dr. Sagan denominou-os - a capacidade de viajar não só através do tempo, como também do espaço. Essa era a função do Montauk e para tanto, exigia uma tecnologia gerada e fornecida por um grupo de alienígenas que trabalharam durante dez anos convertendo seus dados tecnológicos para nosso formato 360 IBM, porque na época, as conversões tinham que ser feitas à mão para nossos computadores. Hoje em dia, temos computadores à altura dos deles, como o Cray 3, que não existia na época. Eles quiseram vir e criaram uma maneira de entrar em nosso universo. Acreditem-me.

A Experiência Filadélfia - A Verdadeira História contata por um sobrevivente - Parte 1

filadelfia4Por Al Bielek, na conferência sobre Ets e Governo 11-12 de agosto de 1990, Sedona, Arizona, EUA Traduzido por Eustáquio Andréa Patounas Prefácio - Meu nome é Al Bielek. Sou um sobrevivente do Experimento Filadélfia - assim chamado porque sua última fase foi realizada nas docas de Filadélfia, Pensilvânia. Quantos de vocês sabem alguma coisa sobre o que foi o Experimento Filadélfia? Bastante, parece que a história tem circulado. Vocês têm alguma idéia de como começou? Quantos de vocês pensam que começou durante a guerra entre 41- 42? Quantos acham que começou mais cedo? Mais uma vez, vocês estão certos.


Como tudo começou



Essa história teve início muito antes da guerra, em 1936, a partir de um estudo de visibilidade, feito na Universidade de Chicago, no qual estavam envolvidos algumas pessoas muito conhecidas - Dr. Nicola Tesla, John Hutchinson (reitor da Universidade de Chicago) e o Dr. Kurtenauer um físico austríaco da Universidade.

Naquela época, havia uma grande especulação por parte da imprensa sobre a possibilidade de tornar objetos invisíveis e fazê-los ir de um ponto A para um ponto B, instantaneamente.

Foi então que essas três pessoas resolveram ver se podiam fazer alguma coisa a esse respeito e começaram a estudar o que seria necessário fazer para tornar um objeto como - não vou dizer um navio da Marinha, mas quem sabe uma caixa comum, invisível. Aparentemente, rumores começaram a se espalhar e a Marinha começou a interessar-se, passando a fornecer os fundos para a pesquisa.

Em 1934, ainda sem resultados importantes, a pesquisa foi transferida para o Instituto de Estudos Avançados (Institute of Advanced Studies) em Princeton, Nova Jérsei. O Instituto que havia sido fundado em 1930, só começou a funcionar de verdade a partir de 1933 quando pessoas de peso, como Albert Einstein, foram convidadas a dele participar. Einstein partira da Alemanha em 1930 e ensinara em Cal-Tech durante 3 anos. Com a novo emprego, mudou-se para Nova Jérsei, onde morou até sua morte em 1955. O Dr. John von Neumann entrou na equipe em 1933; também havia deixado a Alemanha em 1930, tornando-se um professor adjunto no Instituto - para ser mais exato, na pós-graduação da Universidade de Princeton. Juntou-se ao Instituto, em1933.



Nikola Tesla



filadelfia6Todo mundo sabe alguma coisa sobre Tesla, mas quase nada sobre sua história, porque muito pouco foi publicado a esse respeito. Quantos de vocês já viram um filme Iugoslavo chamado O Segredo de Nikola Tesla de Xavier Productions? Poucas pessoas o viram. É um filme excelente, bem feito, com mais ou menos duas horas de duração. Mostra sua infância e o início de sua vida de adulto nos EUA, como se envolveu em pesquisas e as armadilhas e tribulações que enfrentou. Tesla nasceu em 1863 em Smoljian, de pais pobres; o pai era pastor e a mãe, apesar de analfabeta, possuía bastante habilidade como inventora. Tesla queria ser engenheiro, porém seu filho preferia que se tornasse pastor. Quando Tesla ficou gravemente enfermo, seu pai reconsiderou a questão, consentindo que fizesse engenharia. Matriculou-se em 1879 e cursou um ano, até seu pai morrer (tudo está nos arquivos públicos). Sem poder pagar seus estudos, Tesla continuou freqüentando a universidade como ouvinte. Nunca recebeu um diploma, mas era muito estimado por seus professores. Trabalhou algum tempo na companhia telefônica iugoslava e depois, uns dois anos na divisão européia da Companhia Edison em Paris.

Em 1884, com a idade de 21 anos, embarcou para os EUA. Tendo perdido sua bagagem durante a viagem, apresentou-se ao Serviço de Imigração dos EUA somente com “um livro de poesias, quatro centavos no bolso e o conhecimento de onze línguas.” Mas talvez o mais importante, fosse uma carta de apresentação para Thomas Alva Edison, escrita pelo diretor da European Works.

Tesla trabalhou no que aparecia, inclusive cavando fossas, até conseguir ver Edison. Os dois não se entenderam muito bem no início. Na Europa, Tesla havia desenvolvido o sistema polifásico de corrente alternada (CA), usado hoje em dia. Desenvolveu a teoria para a qual requereu patente nos EUA. Acabou por fazer vinte. Quando apresentou sua idéia a Edison, que defendia a corrente direta (CD), esse, um novato na matéria, disse: “Entendo muito sobre o assunto e acho que corrente direta é melhor. Funciona; eu mesmo o provei”. O que havia feito de fato, mas naquela época, ninguém estava preocupado com transmissão de força a longa distância. De qualquer maneira, após uma discussão sobre dinheiro, Tesla deixou o emprego que tinha com Edison, voltando a cavar fossas.

Foi “descoberto” pelo chefe da Western Union, que vendo-o um dia, perguntou-lhe: “O que você está fazendo aí, nesse buraco?” “Estou cavando.” respondeu. “ Que tal desenvolver um motor de CA, que ouvi dizer que você projetou?” Tesla respondeu: “Sim, mas não tenho dinheiro nem laboratório”. Ficou combinado então que a Western Union patrocinaria o projeto com U$30.000 dólares e isso foi o sinal de partida para o Sr. Tesla.

Ele construiu seu primeiro motor e sistema gerador; tornou-se também um palestrante famoso no Instituto de Engenharia Elétrica de Nova Iorque. Em uma dessas palestras conheceu George Westinghouse, diretor-presidente das Indústrias Westinghouse. Westinghouse ofereceu-lhe jantar e U$1 milhão em dinheiro em troca de suas vinte patentes, o que era muito dinheiro naquela época. Westinghouse também disse, “ Pagarei um dólar por unidade de força (horsepower), para cada unidade de força gerada pelos seus sistemas”. Tesla não estava levando a sério a oferta, mas Westinghouse, sim. Fizeram um acordo e a partir daquele momento, as coisas começaram a progredir.

Tesla naturalizou-se cidadão americano em 1887. Teve sua audiência com Edison. Conheceu também, um certo J. Pierpont Morgan, que passou a figurar proeminentemente em sua vida financeira, assim como na de Edison e outros. Aconteceu então, talvez, a virada mais importante de sua vida - a concorrência para construir a maior usina hidrelétrica dos EUA, em Niagara Falls. Edison pensava ganhar com seu sistema de circuito duplo (CD). Pierpont, investigou o que havia sido feito na Europa usando o sistema Tesla e deu-lhe o projeto.

Tesla construiu o sistema com grande sucesso. Em seguida, em 1893, iluminou a Feira Mundial de Chicago além de mostrar ao público, o modelo de um barco controlado por rádio (isso, dez anos antes do anúncio da invenção do rádio por um certo Sr. Marconi, na Itália, que mais tarde, figurou proeminentemente em batalhas legais). De qualquer maneira, Tesla repetiu a demonstração em 1898 no Madison Square Garden, para satisfação de todos, inclusive do Sr. Morgan. Em 1899, decidiu fazer mais pesquisas e foi para Colorado Springs, onde construiu um laboratório famoso, onde durante dois anos fez diversas coisas interessantes. Construiu uma espiral Tesla gigante, que ainda consta como um recorde (se procurarem nos livros certos).

Descobriu muitas coisas, dentre elas, aparentemente, ser possível comunicar-se com Extraterrestres. Fez uma declaração nesse sentido para a imprensa, quando já estava no final de seu trabalho em Colorado Springs, fato que não foi bem recebido por seus colegas cientistas.


Tesla continuou a explorar outras áreas. Queria desenvolver um sistema de força sem fio, além de ter idéias sobre comunicação sem fio, rádio e televisão. Morgan estava totalmente convencido e patrocinou a construção da famosa torre Warden Cliff em Long Island. A construção foi interrompida em 1906, quando Tesla procurou o Sr. Morgan e disse: “Sr. Morgan, o objetivo dessa torre é construir um sistema para demonstrar a transmissão de força sem fio, de maneira que qualquer um possa captar força em qualquer lugar.” O Sr. Morgan que era um homem prático e visava os dólares, disse: “Sr. Tesla, o sr. está querendo me dizer que com esse seu projeto, uma pessoa poderá enfiar uma vara no chão, outra no ar e captar toda a força que quiser grátis, sem que eu possa colocar um medidor? Eu lhe direi quando estiver pronto para isso”. Obviamente, esse foi o fim do projeto.

O trabalho na torre foi abandonado em 1911, e essa foi dinamitada por desconhecidos; ainda existem fotografias. Em 1917, a Primeira Grande Guerra começou.



Tesla vai para Washington



filadelfia7Na ocasião, Franklin Delano Roosevelt era sub-secretário da Marinha e convidou Tesla para ir a Washington oferecendo-lhe um trabalho na Marinha. Mesmo com a guerra, Tesla respondeu: “Certamente.” Naquela época, ele fazia parte da Companhia Marconi Americana (American Marconi Company), na área de Nova Iorque. Durante a guerra ela foi ocupada pelo governo americano, por ser considerada um possível ninho de sabotadores, espiões, etc. - numa demonstração típica da histeria de guerra. O Sr. Tesla permaneceu na organização e trabalhou muito. Entre outras coisas, Tesla desenvolveu o sistema de comunicação Rogers, que foi mantido secreto e registrado sob o nome Rogers e não Tesla. Ele possibilitou, durante a I Guerra Mundial, uma comunicação verbal com a Europa, livre de estática, coisa inédita na época. Foi uma operação militar, que veio a conhecimento público em 1923, quando Hugo Gernsback, ou alguém de sua equipe escreveu um artigo a respeito. O sistema desapareceu. Porém, foi patenteado em nome de Rogers, funcionou e ainda é usado. Em 1919, decidiram formar uma nova empresa com o que havia sobrado da Companhia Marconi (Marconi Company) - RCA - Corporação Radiofônica da América (Radio Corporation of America). Foi incorporada em 12 de agosto de 1919 tornando-se uma entidade operacional em dezembro de 1919. Tesla era um de seus melhores engenheiros; mais tarde, tornou-se diretor do departamento de engenharia. Em 1935, tornou-se diretor mundial de pesquisas em engenharia além de vice-presidente, cargo do qual aposentou-se em 1939.

Dificilmente era o recluso que foi apresentado no filme; uma das razões era seu cargo executivo. Houve uma grande festa por ocasião de sua aposentadoria em Cherry Hill, Nova Jérsei, o que está nos arquivos. A fotografia de Tesla aparecia no jornal interno da RCA; não cheguei a ver, mas amigos meus viram .



O Projeto de Invisibilidade de Tesla



Em 1931, Tesla envolveu-se com o projeto de invisibilidade que havia sido transferido para o Instituto em 1934, mas também trabalhava em outras coisas, como um sistema de armamento de raios feito de partículas, que foi desenvolvido em meados dos anos trinta. Foi oferecido a vários governos ao mesmo tempo - EUA, Grã-Bretanha, Canadá, que o recusaram, com exceção da Rússia que comprou um modelo operante por U$25.000, assim me disseram.

Outra coisa em que trabalhou, foi um sistema de raio-mortal - na verdade, um laser extremamente potente - em 1938/39 e que foi demonstrado em White Sands, Novo México. Algumas pessoas testemunharam o evento. O raio desintegrou tudo o que havia em seu caminho, inclusive o topo de um morro. O governo considerou a arma um exagero e mandou destruí-la, para evitar o risco de que caísse em mãos inimigas.

O primeiro teste parcialmente bem sucedido do projeto de invisibilidade do Instituto de Estudos Avançados, realizou-se em 1936. Conseguiram tornar um objeto do laboratório parcialmente invisível. Todos pensaram que, pelo menos, essa era uma confirmação parcial do trabalho teórico; estavam trabalhando na direção certa. A Marinha aumentou seu patrocínio financeiro. Encontraram-se de posse de uma boa soma para gastar e certamente, Franklin Delano ficou muito contente com os resultados. Mais algumas pessoas entraram na equipe. O Instituto, por sinal, não estava vinculado somente a esse projeto; estava envolvido em muitos outros, e seus programas de pesquisa cobriam uma boa gama.
O projeto não era considerado secreto naquela época. Em 1940, conseguiram seu primeiro sucesso total, utilizando um navio tênder - um pequeno navio da Marinha - no estaleiro do Brooklyn. Colocaram o equipamento no navio; não havia funcionários, pela simples razão que não queriam correr riscos, no caso de algum problema. O tênder ficou posicionado entre outros dois navios onde estava colocado o equipamento que ligava as espirais no tênder; a força passava através de longos cabos. O equipamento foi ligado tornando o navio invisível; foi um grande sucesso. Lembrem-se de que não havia ninguém a bordo. Fizeram funcionar as ferragens.

Bem, a Marinha estava extasiada. Decidiram ir fundo pedindo fundos ilimitados, tornando o projeto secreto e dando-lhe um novo nome - Project Rainbow (Projeto Arco-Íris). Obviamente, todos que estivessem trabalhando nele tinham que ser aprovados pela segurança.



Minha História Pessoal



Suponho que a essas alturas eu deva explicar como entro nessa história. Foi mais ou menos em 1940.

Nasci em 4 de agosto de 1916, Bayshore, Long Island, filho de Alexander Duncan Cameron Sr. e meu nome era, originalmente, Edward A. Cameron II. Meu pai era uma figura estranha e enigmática; engajou-se na Marinha em 1913, creio eu. Não conseguimos encontrar nenhum registro oficial que mostrasse quando se alistou. Há uma foto dele em uniforme, de antes ou do início da I Guerra Mundial. Sem dúvida, serviu os 20 anos de praxe e aposentou-se, porque nunca mais trabalhou. Adotou como hobby a construção de veleiros e competir em regatas; ainda existem algumas taças de ouro. Também foi um homem de muitas mulheres - cinco esposas seguidas e quem sabe quantas amantes. De qualquer maneira, éramos uma família grande. Há indicações de que mantinha ligações com o serviço secreto, enquanto estava engajado. Novamente, não há nenhum registro para mostrar o que fazia. Tudo foi removido dos arquivos e dos registros familiares. A única coisa que restou foi um álbum de retratos e ainda assim incompleto.

Tenho um meio-irmão (para ser franco, nem sei quantos meio-irmãos), Alexander Duncam Cameron Jr., que foi o segundo a nascer, em maio de 1917 e o mais próximo a mim. Fomos criados por tio Arnauld na “casa grande” em West Slip, Long Island. A família era suficientemente abastada, contávamos com a fortuna das lojas de departamento Arnold/Constable e pudemos cursar as melhores universidades. Cursei Princeton e em seguida fiz meu doutorado em física em Harvard, formando-me em 1939. Meu irmão também recebeu seu doutorado em física pela universidade de Edinborough, Escócia. Diante da insistência de meu pai, alistamo-nos na Marinha em setembro do mesmo ano e fomos enviados para um treinamento de 90 dias em uma escola em Providence em Rhode Island. A seguir, fomos enviados ao Instituto de Estudos Avançados em Providence, Rhode Island, para trabalhar no que viria a ser o Experimento Filadélfia.

O que foi que fizemos então? Aprendemos, antes de mais nada, a respeito do projeto, o que deveria realizar e conhecemos o Dr. Von Neumann, naquela época, assistente de Tesla. Ocasionalmente, víamos um certo Albert Einstein correndo pelos corredores; uma espécie de chefão, consultor de todos os projetos do Instituto. Se alguém tinha um problema, procurava Albert - o General, como às vezes era chamado. É claro, que Tesla, como diretor do projeto, comandava o show.

Após o sucesso do teste de 1940, nos estaleiros do Brooklyn o projeto foi rebatizado de Projeto Rainbown e tornou-se secreto. Abriram escritórios nos estaleiros de Filadélfia e ficamos entre essa cidade e Princeton. Animado com os resultados, Roosevelt deu a Tesla um navio de guerra tripulado para utilizar em seus experimentos de invisibilidade. Com isso, Tesla atingiu um certo status; encomendou mais equipamento e projetou um sistema maior. Devo admitir que seu ponto-de-vista era muito interessante, muito especial: usava uma combinação de campos magnéticos de alta potência, além de campos “rf”. Isto estava relacionado com um outro trabalho mais antigo. Logo antes da II Guerra Mundial, os alemães haviam desenvolvido uma mina magnética que não dependia do contato do casco do navio para explodir, mas sim da concentração dos campos magnéticos da Terra pelo casco do navio, para fornecer uma grande assinatura magnética, que detonaria o mecanismo responsável pelo detonamento da mina. A Marinha, muito preocupada, resolveu fazer algo.



T. Towsend Brown



Esse trabalho precedeu em um ou dois anos o Experimento Filadélfia e foi realizado no Instituto e nos estaleiros da Marinha em Filadélfia. T. Towsend Brown, responsável pelo projeto, também tem um passado interessante: é muito conhecido pelo efeito Beifield - Brown, além de ter pesquisado o sistema de propulsão eletrostática para discos voadores, durante toda sua vida. Em 1938, era da Reserva da Marinha e voltou à ativa para trabalhar num projeto sobre minas magnéticas e como limpar campos das minas e partir daí, desenvolveu-se um outro projeto - o Experimento Filadélfia.

O sistema utilizado inicialmente teve muito sucesso e consistia em envolver todo o casco do navio em serpentina de fio de grosso calibre. Um equipamento especial a bordo seria ligado, gerando pulsações magnéticas de alta potência ao longo do casco, o que daria a impressão de um grande navio aproximando-se da mina magnética, detonando-a a uma distância segura do mesmo. Mais tarde, Towsend também deu sua contribuição ao Experimento Filadélfia.

Creio ser importante fazer uma pequena descrição matemática: há muita história precedendo estes acontecimentos. O Sr. Tesla, era um homem bastante incomum. Não tinha diplomas, mas possuía uma intuição incrível, não só em relação à natureza como também à matemática. Era um auto-didata; aprendeu 11 línguas e livros de poesia inteiros. Estava acostumado a passar muitas horas acordado estudando por conta própria, assim como na universidade onde era um aluno excelente. Porém, sua matemática era de 1880, ou seja, do século passado.
Há outras pessoas que são importantes na história deste projeto. Darei um breve relato.



David Hilbert



O Dr. David Hilbert, nasceu em 1862 na Alemanha, onde fez o doutorado em matemática e foi professor; pelo o que eu saiba, nunca deixou o país. Aposentou-se em 1930, mas não sem ter antes desenvolvido um número incrível de novos sistemas matemáticos, sendo o quinto deles conhecido como O Espaço Hilbert, considerado o mais importante, por oferecer uma descrição matemática de universos e de realidades múltiplas, o que foi de grande valia para o que no futuro ficou conhecido como Experimento Filadélfia.



John Von Neumann



Von Neumann, filho de um rico comerciante judeu, nunca teve problemas financeiros. Nasceu na Iugoslávia e tinha dois irmãos e uma irmã. Estudou em várias universidades, diplomando-se em 1925, com um doutorado em química e outro, vejam vocês, em matemática. Lecionou em diversas universidades da Alemanha durante quatro anos, quando então, foi para os EUA. Antes de partir, estudou o trabalho do Dr. Hilbert, e conheceu o Dr. J. Robert Oppenheimer, que mais tarde se envolveu no desenvolvimento da bomba atômica. Parece que todos foram para os EUA.
Von Neumann, partiu do trabalho de Hilbert e em 1940, havia desenvolvido sistemas matemáticas completamente novos - a nova álgebra - seu trabalho dentro do projeto tornou-se muito importante.
Equação do Tempo

Outro matemático pouco conhecido, mas muito importante no projeto, formou-se não se sabe onde, mas foi professor em MIT, Massachussets Institute of Technology (Instituto de Tecnologia de Massachussets). Trabalhou como assistente de professor de matemática até 1955 quando tornou-se catedrático, cargo que ocupou até a sua morte em 1976. Contribuiu com muitos livros sobre matemática, mas seu trabalho mais importante foi as Equações do Tempo, intricados meios matemáticos para desenvolver um sistema envolvendo tempo e sua relação com nosso universo, algo pouco conhecido ou apreciado pelos leigos. Não vivemos em um universo tridimensional, mas sim de cinco dimensões. A importância desse fato não pode ser suficientemente enfatizada.

Em 1931, um matemático russo, P.D. Ouspensky, escreveu um livro chanado Tertium Organum, Um Novo Modelo do Universo, no qual afirma a mesma coisa - vivemos em um universo de cinco dimensões. A quarta dimensão, conforme afirmou Einstein, é o tempo. Ouspensky, não foi nada claro a respeito da quinta dimensão, o que não foi o caso com nosso cavalheiro das Equações do Tempo que foi bastante enfático sobre sua importância e descreveu o tempo como um vetor bidimensional: um vetor linear, que é a quarta dimensão e um vetor rotativo ou cone de hélice, na dimensão linear (se considerarmos o tempo como uma função linear). Para nós, o tempo é linear, fluindo continuamente e tudo o mais com ele. De outro modo, os coisas estariam aparecendo e desaparecendo dentro do nosso continuum. Não estou me referindo à OVNIs, mas à nossa vida diária. Isso tornou-se muito importante para a função que estávamos tentando desenvolver no Instituto - uma estrutura de cinco dimensões.



Após 1940



filadelfia2O que aconteceu após 1940? A teoria foi desenvolvida. O sr. Tesla decidiu qual seria sua abordagem: campos magnéticos de alta-potência, emitidos a partir de quatro bobinas do tipo- Tesla, colocados no deck do navio e quatro grandes transmissores “rf”, de aproximadamente meio megawatt cada, modulados de forma análoga, o que quer dizer, uma modulação contínua com ondas de formato muito complexo - tudo baseado no trabalho que já havia realizado no estaleiro da Marinha no Brooklyn. Estávamos lá durante parte do projeto e ajudamos a construir parte do equipamento. Muita coisa foi construída fora: os geradores principais foram feitos na Westinghouse e os transmissores “rf”, pela Federal Electric. O projeto progredia. Enquanto isso, Tesla havia desenvolvido na RCA, receptores “rf” de longo alcance, poderosos e muito sensíveis, utilizados pela RCA em sistemas de comunicação global aparentemente. Duas pessoas que conheceram-no em sua velhice, garantiram-me que com esse equipamento, mais seus próprios transmissores, Tesla mantinha comunicações com Extraterrestres. Viram o equipamento, mas não entenderam o que viram.

Tesla possuía muitos laboratórios, fato ignorado por muitos. Morava no último andar no Hotel NewYorker, onde estava instalada parte de seu laboratório, com seus receptores. Os transmissores estavam instalados no Waldorf Astoria, outro hotel muito conhecido, no qual possuía o último andar e as torres gêmeas. A maior parte da conta era paga pela RCA (uma pesquisa rápida desvendou esse detalhe). Ele não podia colocar todo seu equipamento no mesmo local, por causa da interferência dos transmissores nos receptores. A comunicação, aparentemente, era muito importante, crucial mesmo, para esse projeto. O hardware foi projetado e construído por Tesla: com “receita caseira”, terrestre, baseado em nossos conhecimentos e ciência e nossa matemática. Não falei com ele a esse respeito, mas em algum momento, Tesla recebeu informações de extraterrestres. Soube que teria que enfrentar problemas com funcionários, que fariam parte do experimento e pediu mais tempo para a Marinha. Isso foi no fim de 1941. a guerra tinha estourado em 7 de dezembro do mesmo ano e a Marinha pressionou-o: “Estamos em guerra. Não modifique nada. Faça com que funcione - você tem um prazo”. Esse prazo era março de 1942.



Tesla se Retira do Projeto



Àquela altura, Tesla tinha duas opções: arriscar-se na esperança de que o problema não fosse tão sério quanto previsto, cancelar o teste ou sabotá-lo. Escolheu a última. Recusou-se a aceitar a responsabilidade pelo que poderia acontecer às pessoas e sabotou o teste, tirando o equipamento de sintonia, assegurando-se de que parte dele não funcionaria direito, ou não ligaria, ou que os campos não se desenvolveriam. Assim, quando os interruptores foram ligados, nada aconteceu. A coisa foi um grande desastre. Então, Tesla disse: “Sinto muito senhores, o teste foi um fracasso. Estou de saída. Tenho outras coisa a fazer. Há um homem muito bom que pode ficar no meu lugar, o Dr. John Von Neumnn. Ele pode ser o novo diretor.” Von Neumann foi designado como novo diretor no dia seguinte.


O que foi então que Neumann fez? Primeiro disse à Marinha: “Tenho que estudar o problema”(o que era óbvio e lógico). Como não forneceu um prazo, a Marinha não teve escolha. Após considerar a questão, Neumann decidiu que queria um navio especialmente construído para o projeto. Entrou em contato com diversas pessoas da Marinha e selecionou um navio que estava sendo projetado - o DE173 (um contra-torpedeiro-escorte), um pequeno navio de 1560 toneladas americanas - a tonelagem pode variar de acordo com o peso e tamanho do navio. Decidiram fazer modificações ainda na prancheta: a torre número dois não foi construída e os dois geradores principais para as bobinas magnéticas foram colocados no deck, sob uma coberta que era, na verdade, uma sala disfarçada. O DE173 foi construído no seco e levado depois de pronto, a uma doca secreta no porto da Marinha




ALIENS - O Caso Travis Walton

Considerado um clássico da ufologia mundial, o Caso Travis Walton reproduz as principais características comuns das abduções alienígenas. Por volta das 18:00 horas da tarde, do dia 05 de novembro de 1975, uma caminhonete de cabine dupla do Serviço Florestal voltava da Floresta Nacional Sitgraves, Arizona, (Estados Unidos), levando sete lenhadores: Michael Rogers, Ken Peterson, Travis Walton, Allen Dallis, John Goulete, Duane Smith e Stephen Pierce. Todos eles tinham menos de trinta anos e voltavam para casa depois de um longo dia de trabalho. Travis Walton, na época com apenas 22 anos, reparou uma luminosidade amarelada por trás de uns pinheiros, do lado direito do caminhonete, e comentou com os companheiros. A caminhonete seguia sua rota normal, mas, ao chegar em uma clareira, viram um enorme disco de uns cinco metros de diâmetro que estava flutuando a cerca de seis metros de altura. Chocado, Travis pediu que parassem a caminhonete e, imediatamente, saiu do veículo. Acreditando que ao se aproximar o objeto se afastaria, Travis Walton começou a caminhar em direção do OVNI. O disco começou a emitir um ruído alto e movimentar-se lentamente. O motorista da caminhonete, Mike Rogers, tomado pelo pânico, gritou para que Travis voltasse, mas ele estava absorvido na contemplação daquele objeto que, agora, já estava bem acima de sua cabeça. Subitamente, o OVNI emitiu um feixe de luz verde-azulado que atingiu em cheio o peito de Travis, jogando-o para trás. Ao cair, Travis Walton estava desmaiado. Todas os outros trabalhadores que estavam na caminhonete ficaram em pânico e Mike, o motorista, imediatamente deu partida no veículo e se afastou, deixando para trás Travis caído próximo ao UFO. A alguma distância do local, quando todos comprovaram que o objeto não lhes perseguia, pararam a caminhonete e discutiram nervosamente se deveriam ou não voltar para socorrer Travis. Finalmente chegaram a algum entendimento e voltaram para o local, porém nem Travis e nem o UFO estavam mais lá. Os seis trabalhadores decidiram ir então à delegacia de Navajo Country, que era o posto policial mais próximo. Foram atendidos pelo tenente Chuck Allison que, após ouvir toda a história, decidiu ir até o local dos fatos, às 21:30 horas daquele mesmo dia, levando junto mais três testemunhas para investigar. Não encontraram absolutamente nada. No dia seguinte, os seis trabalhadores passaram a ser suspeitos de assassinato. Ninguém acreditava na história contada por eles e a polícia passou a considerar a hipótese de que eles tinham matado Travis Walton e escondido o corpo. Depois inventaram a história do "disco voador" para justificar o sumiço de Travis. Durante os três dias seguintes, foi realizada uma super operação "pente-fino" na floresta em busca do corpo de Travis Walton. Essa operação foi composta por um pouco mais de uma centena de homens, vários cães e um helicóptero – no entanto não obtiveram qualquer êxito. Durante toda essa operação de procura pelo corpo de Travis Walton, os investigadores responsáveis pelo caso ficaram surpreendidos ao ver que os seis lenhadores não hesitaram em passar pelo detector de mentiras. Durante o teste do detector de mentiras, foram tomadas todas as medidas para não dar vazão a qualquer possibilidade de dúvida. Entre as medidas estava a presença de C. Gibson, especialista em poligrafia. E para surpreender mais ainda as autoridades responsáveis pelo caso, todos eles passaram pelo detector sem que fosse detectada uma única mentira sequer. A partir daí, somando com o fato de não se ter encontrado o corpo ou qualquer vestígio do mesmo, a história dos lenhadores passou a ser levada a sério por toda a comunidade. Seis dias depois do desaparecimento de Travis , no dia 11 de novembro, seu irmão recebe uma ligação telefônica na qual reconhece, imediatamente, que era o próprio Travis do outro lado da linha. Travis pede para que venham buscá-lo e é encontrado no chão de uma cabine telefônica, no posto de gasolina de Heber – cerca de 80 quilômetros de distância de Snowflake. Travis apresentava visíveis sinais de esgotamento e desidratação, tinha náuseas e estava completamente desorientado. Mas o mais surpreendente de tudo é que Travis Walton não acreditava que tinha sumido por vários dias. Para ele tinham se passados algumas poucas horas apenas desde que foi atingido pelo UFO. Imediatamente, a família de Travis Walton o levou para um hospital. O doutor Howard Kandell certificou que Travis estava bem, mas tinha perdido um pouco de peso devido à desidratação. A única coisa estranha encontrada em Travis era uma marca no seu braço esquerdo, claramente produzida por uma agulha ou um outro instrumento pungente. As análises de sangue comprovaram que Travis Walton não era usuário de drogas – coisa que a própria família dele garantiu para o médico. O passo seguinte das investigações foi submeter Travis Walton a uma sessão hipnótica para averiguar o que tinha acontecido realmente. Neste processo, os doutores Harder e Rosenbaum (presidente da Associação Psicanalítica do Sudeste) ficaram no controle da sessão hipnótica, além da presença de mais três médicos que assistiram tudo na qualidade de supervisores. Em transe hipnótico, Travis Walton relembrou de vários momentos de sua abdução. Quando foi atingido pelo feixe de luz do disco, tudo escureceu. Mas quando abriu os olhos, estava numa espécie de mesa num quarto fortemente iluminado. Inicialmente ele pensou que estava em um hospital mas, quando olhou para os lados, viu seres horripilantes, de um metro e meio de altura e com grandes olhos negros. Suas faces não tinham cor e suas testas eram inchadas. Seus longos dedos não tinham unhas. Travis Walton os comparou com "fetos muito desenvolvidos". Aquelas criaturas tinham colocado um aparelho sobre seu tórax que lhe causava uma dor persistente e o impedia de respirar normalmente. Travis entrou em pânico imediatamente e, se debatendo, conseguiu tirar o aparelho de seu peito. Também tentou afastar os alienígenas com empurrões, no entanto, as criaturas continuavam tentando dominá-lo. Somente quando Travis pegou um tubo transparente na mão, que estava numa mesa ao lado, e ameaçou agredir as criaturas, os seres se afastaram e saíram da sala marchando por uma porta. Travis não teve dúvidas: optou por ir embora dali por uma outra porta que existia na sala. Travis Walton chegou então num corredor e começou a caminhar. Viu outra porta e entrou. Era uma sala onde havia um sofá com vários botões nos braços. Na frente do sofá havia uma tela enorme, quase do tamanho da parede, e que tinha uma imagem típica do espaço: fundo negro com muitas estrelas. Ao apertar os botões no braço do sofá, as estrelas da imagem na tela se mexiam. Nesse exato momento entrou um ser humanóide idêntico a nós que, através de sinais, indicou que Travis devia acompanhá-lo. Travis se levantou do sofá e tentou falar com a criatura, que usava um capacete transparente, mas não obteve qualquer resposta – o ser apenas sorria de forma tolerante. Sem opção e desconcertado, Travis Walton acompanhou aquele ser. Eles saíram do UFO, por uma rampa, e Travis viu que estavam em um hangar onde havia várias naves iguais a que eles estavam. Entraram, logo em seguida, num túnel que os levou a um pequeno quarto. Neste recinto se encontravam três pessoas, sendo dois homens e uma mulher. Subitamente uma mão colocou uma máscara no rosto de Travis e ele, por sua vez, perdeu os sentidos. A próxima lembrança de Travis Walton é ele acordando caído na estrada perto de Heber. Ele olhou para cima e viu uma nave se afastando – inusitadamente não parecia ser a mesma nave que lhe teria abduzido. Tal qual foi feito com os outros lenhadores, Travis passou pelo detector de mentiras sem que fosse detectada qualquer fraude em seu relato. Infelizmente, hoje Travis Walton se recusa a fazer outras sessões de hipnose regressiva para tentar resgatar o que poderia estar perdido em sua memória. Ele alega ter medo de saber mais detalhes da experiência traumática que passou. O Caso Travis Walton foi amplamente divulgado e causou grande comoção na comunidade ufológica.

Phillip Schneider - Uma biografia controversa

schneider1Uma batalha entre humanos e seres de outros planetas, conspiração governamental, espionagem, elementos químicos que não estão na tabela periódica. Alguns ingredientes para um bom filme de ficção científica se encontram na biografia do já falecido pesquisador Phillip Schneider. Mistérios profundos - Em 1979 um grupo de empregados de uma conhecida empresa de engenharia norte-americana, a Morrison-Knudsen Inc., foi convocado para a construção de um adicional de uma base militar subterrânea em Dulce, no Novo México, com aproximadamente duas milhas e meia de profundidade. Os homens fizeram quatro buracos que deveriam agora ser alargados e conectados. Phil Schneider era especialista em rochas e tinha a função de analisá-las para se determinar que tipo de explosivo seria melhor para detoná-las. Algum tempo depois, trinta homens começaram a descer em um dos buracos, se deparando com algo terrivelmente extraordinário.

Phil possuía o cartão de segurança do mais alto nível, denominado Rhyolite 38, tendo participado da construção das principais bases militares subterrâneas nos EUA. A de Dulce, a mais profunda, foi a primeira. Sua carreira foi iniciada na escola de engenharia, onde se especializou em geologia e engenharia estrutural com aplicações militares e aeroespacial. Nasceu em 23 de abril de 1947, no Hospital Naval de Bethesda, EUA. Era filho do casal alemão Sally Schneider e Otto Oscar Schneider, um capitão da marinha norte-americana que trabalhava com medicina nuclear e teria ajudado a projetar o Nautilus, o primeiro submarino nuclear.

Mas tudo começou quando Otto Schneider foi capturado pelos norte-americanos, atuando como comandante de um submarino alemão, o Nazi U-Boat. Foi repatriado para trabalhar na Inteligência Naval dos EUA e viria participar de projetos como o da bomba A, da bomba H, do Experimento Filadélfia e da operação Crosswords. Nesta última, foram realizados os primeiros testes nucleares nas Ilhas Bikini em 1946. Oscar teria inventado uma câmera de alta velocidade, com a qual teria tirado fotos dos testes nas quais apareciam ufos em alta velocidade nas imediações. Para esconder sua história, ele afirmava ter nascido em São Francisco, Califórnia e que sua certidão de nascimento tinha sido perdida no famoso terremoto.

schneider4Após sua morte, em 1993, algumas cartas de Phil foram achadas no porão de sua casa. Estas cartas trariam a confirmação da verdade sobre seu passado e também confirmariam a existência do Experimento Filadélfia. Além de outras revelações, narravam sobre sua participação em autópsias envolvendo membros de sua equipe, em cujos corpos foram encontrados implantes por uma tecnologia desconhecida, possivelmente de origem alienígena. Cerca de trinta homens, incluindo Phil, se encontravam agora numa caverna diante de grandes seres hostis, descritos como extraterrestres do tipo gray e, do encontro iniciou-se uma verdadeira batalha. Os disparos dos alienígenas saíam de armas que eram como uma caixa fixada em seus corpos. No local havia tinas contendo pedaços de seres humanos e alienígenas, imerso em uma espécie de “plasma sangüíneo de gado”. Um cenário horripilante. Phil acertou dois deles e em seguida foi atingido no peito por uma rajada de radiação de cobalto. Mais quarenta soldados das forças especiais também desceram para o combate. Foram todos mortos. Do total de setenta homens, quarenta e quatro soldados e vinte e dois cientistas, apenas quatro sobreviveram.

VIDA CONTURBADA - A saúde de Phil nunca mais foi a mesma e o episódio deixou algumas seqüelas como um câncer provocado pela radiação, a perda de alguns dedos da mão esquerda e fragmentos de metal no cérebro, além de uma cicatriz da garganta ao umbigo. Porém, dois anos após o episódio, ele já se encontrava relativamente recuperado, tendo por isto trabalhado ainda em algumas organizações, inclusive na famosa Área 51. Mais tarde surgiriam outros males como osteoporose, dores crônicas na parte inferior das costas e esclerose múltipla crônica e progressiva.

Em 1987 casou-se com Cynthia Marie Drayer Simon. A relação foi conturbada em virtude de dificuldades provocadas por seus problemas de saúde física (Phil tinha uma placa na cabeça, utilizava cadeira de rodas, cateteres, frauda (e outros acessórios médicos). Foi agraciado pelo nascimento da filha, Marie Schneider.

Phil e mais sete colegas fundaram um grupo de estudos em ufologia que chegou a publicar algumas edições de uma revista, a The Alien Digest. Seus trabalhos começavam a chamar atenção, quando, em agosto de 1993, um amigo e membro do grupo, Rom Rummel foi morto num parque em Portland. Disseram que ele teria cometido suicídio com um tiro na boca, mas segundo os detetives havia sangue na mão, porém não na arma, o que só poderia ter ocorrido se ele houvesse limpado a arma depois de morto. Cynthia afirmou que teria sido, provavelmente, esta a principal razão para que Phil desse início ao seu ciclo de mais de trinta palestras principalmente pelo território norte-americano, com o intuito de apresentar informações, até então, confidenciais ao público, algumas de teor surpreendente.

Segundo Phil, haveria uma ligação de órgãos governamentais, forças armadas e serviços secretos com operações secretas, chamadas Black Ops. Alguns velhos membros do governo sabem tudo sobre os projetos secretos e fizeram um juramento de silêncio, que Phil teria quebrado ao expor seu envolvimento neles.

Trilhões de dólares estariam sendo desviados do orçamento americano (via black budget projects) pelo governo, sem a interferência do congresso, para diversas finalidades secretas (black projects). Uma delas seria a construção de mais de cento e trinta bases subterrâneas desde, pelo menos, a década de 1940. Estas bases seriam como cidades sob o solo, conectadas por trens de levitação magnética de alta velocidade. A escavação teria sido feita com máquinas a laser que podiam fazer um túnel de sete milhas em um dia.

Phil falava sobre a formação de uma Nova Ordem Mundial, onde um governo fascista único governaria o mundo. Os extraterrestres estariam relacionados a este plano. Durante o governo Eisenhower teria sido estabelecido um tratado entre o governo e os aliens, o Tratado Grenada 1954, no qual estes últimos poderiam abduzir algumas vacas e testar implantes em alguns humanos, porém com a condição de que isso sempre fosse relatado detalhadamente. Aos poucos os alienígenas alterariam o acordo, até chegar a ponto de não terem mais o que cumprir. O programa Star Wars seria então, na verdade, um projeto para a humanidade se defender destes invasores, não tendo nada a ver com a guerra fria, como era pregado. O governo teria então, inventado isto para arrecadar dinheiro público. Haveria uma agenda alien na qual até 2029, cinco sextos a sete oitavos da população humana do planeta deveriam ser exterminados e os remanescentes escravizados.

Alguns extraterrestres estariam colonizando bases subterrâneas na Terra, há pelo menos, dez mil anos – ou algo que poderia chegar aos quinhentos mil anos. Até pouco tempo atrás, onze raças estariam presentes no planeta: quatro com boas intenções e sete com más intenções. A má notícia para nós é que as quatro primeiras já teriam ido embora. Uma guerra patrocinada por aliens estaria sendo travada contra a humanidade. Haveria naves extraterrestres que seriam freqüentemente derrubadas pelo governo. Até o momento os aliens viriam promovendo uma matança cujo número de vítimas estaria entre seis e sete milhões de pessoas. Além disso, aliens de aparência humana trabalharam ou estariam trabalhando no Pentágono faz mais de meio século.

A base da alimentação de algumas das raças seria secreções glandulares humanas. Isto, para outras, provocaria o efeito de uma droga estimulante, equivalente ao da cocaína para nós. A partir de secreções glandulares extraídas de cadáveres alienígenas, os russos teriam criado uma arma biológica e as secreções poderiam ser estocadas por trinta anos. Trinta e oito milhões de dólares seriam então gastos pelos norte-americanos para adquirir estas armas. A AIDS, inclusive, teria sido criada como arma biológica em 1972 a partir de secreções glandulares de humanos, animais e alienígenas humanóides.

Cento e sessenta e duas aeronaves secretas estariam guardadas pela mais alta patente do serviço secreto (dessas, dez foram destruídas). Helicópteros negros sem identificação (mais de sessenta e cinco mil nos EUA) estariam sendo construídos incessantemente e utilizados inclusive para espionagem. Phil falava ainda sobre o envolvimento de algumas empresas na construção de vagões especiais que possuíam algemas para transportar presos políticos (inimigos do governo) e sobre uma nave criada em 1943 que poderia desaparecer de um lugar e aparecer em outro, utilizando um mecanismo de tubo de vácuo.

Descrevia uma tecnologia secreta, onde figuravam elementos do 111 a 140 da tabela periódica. Estes elementos teriam sido adquiridos após coleta de restos de naves extraterrestres caídas. Nelas, foram encontrados lingotes de metais que só poderiam ser produzidos no vácuo, fora do planeta. Esta tecnologia só poderia ser desenvolvida exclusivamente pelo homem dentro de 40 ou 45 anos. A tecnologia secreta estaria 1200 anos à frente da então comercializada.

schneider3Phil alegava ter participado das investigações sobre o atentado à bomba ao World Trade Center em 1993 e afirmava que os efeitos da explosão só poderiam ter sido provocados por uma pequena bomba atômica. Dizia que russos e norte-americanos vinham trabalhando em conjunto para modificar o clima. Mencionava um dispositivo “Tesla” para produzir terremotos, que fora o responsável pelas tragédias de Kioto, no Japão e de São Francisco (Califórnia), nas quais não foram detectadas pulsações de ondas comuns em tais eventos nas condições naturais. Cynthia, sua esposa, mais tarde diria que Phil falara sobre o envolvimento da CIA com civis mortos e drogados e que a nave shutle Challenger da NASA teria sido abatida por um raio, provavelmente, dos russos. Acrescentara ainda que a imagem deste raio fora apagada de todas as cópias de vídeo que circularam no mundo. Os outros sobreviventes do incidente em Dulce estariam sob vigilância do governo, um deles no Canadá. Onze amigos próximos de Phil foram mortos em um espaço de 22 anos e oito destes casos foram registrados como suicídio.

MORTE ESTRANHA

Em 17 de janeiro de 1996 o corpo de Phil foi encontrado, de cinco a sete dias depois do óbito, em seu apartamento, em Willsonville, Oregon, por seu amigo Al Pratt, juntamente com um detetive do escritório do xerife da cidade e o gerente do estacionamento. Al teria ido à casa de seu amigo alguns dias antes, visto seu carro estacionado, mas por não receber resposta ao bater na porta teria partido.

Apesar dos investigadores da polícia alegarem que Phil morreu por um tipo de ataque cerebral causado pela interrupção do suprimento de sangue no cérebro (total ou parcial); Cynthia, já divorciada de Phil desde 1990, acredita que ele tenha sido assassinado. Ela afirma que nenhum legista esteve no local. Conta ainda que quis ver o corpo antes da cremação, mas o diretor do local disse que o corpo já estava em estado avançado de decomposição e que poderia ser traumático para ela.

Ela foi contatada por um detetive, Randy Harris e este disse que havia marcas no pescoço de Phil. Uma autópsia foi feita então pela médica examinadora Karen Gunson e esta revelou que Phil não teria sido morto conforme foi dito, mas que ele haveria cometido suicídio enrolando uma mangueira de borracha em torno de seu pescoço e obstruindo assim o fluxo de sangue para a cabeça. Porém Phil foi encontrado numa posição estranha: seus pés estavam sob a cama, sua cabeça assentada sobre a cadeira de rodas num ângulo incomum, e o resto do corpo no chão. Havia sangue no chão perto da cadeira de rodas, mas não nela. Não havia ferida no corpo que justificasse o sangue encontrado e nenhuma amostra de sangue foi retirada pelo fato de os investigadores alegarem que a morte tenha se dado por causas naturais.

Quando Cynthia voltou para o apartamento, percebeu que todo o material que Phil utilizava para dar as palestras (metais desconhecidos, fotografias militares, incluindo as de seu pai, material de leitura e notas para um livro sobre OVNIs que ele planejava publicar) havia sumido, porém, objetos de valor como moedas de ouro, carteira com dinheiro, jóias, continuavam em seus devidos lugares. Os investigadores da polícia federal não quiseram levar isso em consideração, encerrando o caso como suicídio.

O legista que colheu amostras de sangue e urina durante a autópsia, disse que “não valeria a pena gastar dinheiro num caso de suicídio” e se recusou a analisar as amostras. Estas teriam um prazo de validade de doze meses. O legista voltou a ser contatado após o décimo primeiro mês, mas disse que tinha perdido as amostras e estas provavelmente já estariam destruídas.

Cynthia diz ter sido impossível que Phil tenha segurado a mangueira de borracha com a mão esquerda e enrolado a mangueira três vezes já que lhe faltava dedos nesta mão e os movimento dos ombros estavam bastante limitados. Além disso, ele deveria estar sentado na beira da cama para ter enrolado devagar e dolorosamente a mangueira em seu pescoço até a morte. Em seguida sua cabeça teria que ter caído primeiro na cadeira de rodas. Phil era especialista em química e conhecia muito bem suas necessidades médicas. Tinha vários remédios e uma arma de nove milímetros, com os quais poderia ter tirado sua vida muito mais rapidamente e sem tanta dor e sofrimento.

Nenhuma carta de suicídio foi encontrada. Ele inclusive dizia a alguns amigos que se um dia fosse encontrado morto e atribuíssem a causa a suicídio, ele teria sido na verdade assassinado. Assim, foi com a garçonete Donna de uma loja de conveniência em Aurora, Oregon, onde Phil gostava de lanchar, a quem ele mencionara dezenove tentativas do governo de fazê-lo parar de falar, tendo também dito em certa ocasião: “se alguma vez disserem que eu cometi suicídio, você vai saber que eu fui assassinado”.

Phil tinha uma turnê de palestras marcada que seria iniciada em dezesseis de janeiro e estava animado por que suas palavras estavam chamando a atenção de muitas pessoas. Estava entusiasmado também pelos dias que passava com sua filha. Um amigo, Mark Rufener, tinha encontrado com Phil no fim de semana de seis e sete de janeiro de 1996 e ambos combinaram de comprar terras no Colorado. Mark tinha sido contratado para ajudá-lo a escrever seu livro sobre OVNIs, Nova Ordem Mundial e Black Budgets. Afirmou que Phil estava muito empolgado, “Ele não cometeu suicídio, foi assassinado e tudo aquilo foi feito para parecer suicídio”, disse.

Cynthia afirmou que Phil era muito religioso e não acreditava em suicídio. Descartou também que ele teria feito isto por causa das dores, pois, desde que ela o conhecera, em junho de 1986, já sentia e reclamava das dores crônicas intensas. Porém, ela destacou que desde que se conheceram, passou ele a se recordar mais de seu passado. Antes de morrer Phil estaria aplicando regularmente injeções de Betaserone como parte de um experimento para a cura da esclerose múltipla. Após sua morte, Cynthia entrou em contato com a empresa que ele dizia ser a responsável, mas afirmaram que não conheciam o caso. Outra coisa chamou a atenção: toda vez que Phil tomava as injeções ele se sentia mal e ligava para avisar que não poderia ficar com a filha. Estaria a saúde física e mental de Phil sendo controlados, por aqueles que o tentaram silenciar através de medicamentos?

VULTOS E COMPANHIAS - Muitos amigos de Phil disseram tê-lo visto acompanhado de uma mulher loira nas últimas semanas antes de sua morte. Cynthia chegou a ver uma mulher de longos cabelos loiros observando alguns encontros de binóculo e percebeu que quando alguém se aproximava dela, saía em disparada. Anotou a placa do carro, mas quando foi confirmar sua procedência descobriu pertencer a uma caminhonete roubada.

O caso é inconclusivo. A saúde mental de Phil era bastante comprometida. Ele tinha dificuldades de aprendizado, era parte gênio, parte paranóico-esquizofrênico. Dizia que seu pai teria afundado cento e quarenta e um barcos durante seu período nazista, quando na realidade isto seria três vezes mais do que o melhor capitão de U-Boat registrado na história. Cynthia conta que ele, às vezes, era um perturbador emocional, e poderia chegar a ser bastante mal e abusivo. Além disso, quando ele estava em crise ou sob pressão, dizia que alguém do escritório do xerife ou do governo teria batido à sua porta ou até mesmo, que teria sido preso e que esta era a forma de ele expressar suas crises. Porém, ela afirma que algumas vezes, infelizmente, ele estaria dizendo a verdade. Conta ainda que, Phil tinha sonhos com espécies de realidades virtuais e quando ele se feria lá, acordava com o ferimento.

Estaria Phil dizendo a verdade sobre seu currículo, sobre o incidente em Dulce, a biografia de seu pai e o conteúdo de suas palestras? Ou tudo isto não passaria de um delírio esquizofrênico ou mesmo de uma farsa mal intencionada? Estaria Phil parcialmente certo e parcialmente errado em virtude de seus problemas psíquicos ou mesmo da suposta interferência em seu estado mental por parte daqueles que queriam seu silêncio?

Cynthia diz ter o número do seguro social de Phil, que prova que ele trabalhou em todas as companhias que disse. Relata uma vez em que foram para um jantar de Ação de Graças na casa do irmão de Phil, George. Quando Phil começou a falar sobre aviões secretos, seu irmão ficou visivelmente nervoso, pedindo para que ele parasse de falar sobre isso antes que fosse morto. Ela e sua filha alegam terem visto helicópteros negros sem qualquer identificação algumas vezes sobrevoando sua residência. Dizia que Phil mencionava também um acessório que seria colocado no cinto e poderia fazer com que seu usuário ficasse invisível, mas que ele era sensível à mudança de freqüência e sabia quando alguém neste estado estava próximo. Mary, sua filha, diz ter visto um homem no parque perto de sua escola e que só ela o podia ver.

Seria possível que Cynthia e Mary também estivessem participando desses delírios ou da suposta farsa? Ou estariam dizendo a verdade e sendo vigiadas pelas pessoas que seu marido e pai, respectivamente, descrevia?

Em suas conferências Phil mostrava parte do material que possuía, porém os mais incrédulos afirmam que ele nunca conseguiu apresentar nada que comprovasse sua autenticidade. É possível que nunca se venha saber o que há por trás de toda esta história de vida complicada e cheia de controvérsias e que continua regada de mistérios, incomodando a razão e o bom senso.Talvez, tirando a tranqüilidade de quem se atreva a prosseguir em sua investigação e, por outro lado, se algum dia alguém conseguir descobrir que Phil realmente estava dizendo a verdade, muito mais pessoas deverão parar para refletir e rever seu posicionamento diante da já delicada situação do mundo.

Atualmente pesquisadores como Alfred Bielek (que chegou a acompanhar Phil em algumas de suas palestras) e Ashley O’Toole continuam com as investigações sobre a vida de Phil e suas alegações, e os resultados vêm sendo publicados em livros e em sites da Internet.

Phillip Schneider afirma:"Eu matei Aliens"


O vídeo abaixo é de um discurso feito por Phillip Schneider, um homem que diz ter baleado e matado 2 alienígenas Greys enquanto trabalhava como Geólogo e Engenheiro Estrutural para o Exército Americano em "Projetos Top Secret".

É chocante não apenas o relato, mas o fato de que 4 meses após esse pronunciamento, Phil foi achado morto, estrangulado até a morte em seu próprio apartamento.

Teria ele falado "demais"?


Embora contradizendo seu atestado de óbito, amigos e família acreditam que isso tenha sido um brutal assassinato praticado pelas mesmas pessoas para quem ele havia trabalhado antes. Oficialmente a causa da morte foi suícidio, mas como Phil diria, foi mais como um "assassinato por suícidio".(N.T.- Phil já tinha sofrido 13 tentativas de assassinato e tinha problemas para mexer os ombros e uma séria deformação na mão esquerda, seria muito difícil para ele ter dado 3 voltas em seu pescoço com um manguito de borracha e amarrado fortemente com um nó atrás, curiosamente foi achado sangue em seu quarto, sendo que ele não sangrou quando morreu, 8 de 11 de seus melhores amigos também foram "encontrados mortos" e a causa foi "suicídio" - ele ainda dizia que se fosse "encontrado morto" e dissessem que havia sido "suicídio" é porque com certeza ele teria sido assassinado.)

Citações do discurso de Phil em Setembro de 1995:

"Lá em 1954, sob a administração Eisenhower, o Governo Federal decidiu burlar a Constituição dos Estados Unidos e formulou uma aliança com as entidades alienígenas. Isso foi chamado de Aliança de Granada em 1954, que basicamente fez o acordo para que os aliens envolvidos pudessem levar algumas vacas e também poderiam testar suas técnicas de implantes em alguns seres humanos, mas eles deveriam dar detalhes sobre as pessoas envolvidas. Lentamente os aliens alteraram o acordo até que decidiram que eles não mais iriam obedecê-lo. Esta era a realidade em 1979, e o tiroteio em Dulce aconteceu completamente por acidente."

O Tiroteio na Base de Dulce

"Eu trabalhava na construção de uma extensão para a profunda base militar em Dulce, Novo México, a qual é provavelmente a base mais profunda existente. Ela tem 7 níveis e desce por mais de 4 quilômetros(!) de profundidade. Naquele tempo, nós tínhamos escavado 4 buracos distintos no deserto, e iríamos conectá-los e explodir grandes seções. Meu trabalho era descer nos buracos, checar as amostras de pedras e recomendar o tipo de explosivo a ser usado nessas pedras. Quando eu estava descendo, nós nos encontramos em uma enorme caverna que estava cheia de alienígenas, conhecidos como "Grandes Greys"(+ 2 mts de altura). Eu atirei em dois deles(descarregou um pente, Walther PPK 9mm.), sim eles são mortais e eles morreram, havia ali embaixo outras 30 pessoas. Cerca de 40 pessoas mais desceram depois de iniciado o tiroteio e TODAS ELAS MORRERAM. Nós havíamos surpreendido uma base subterrânea inteira de alienígenas. Mais tarde, nós descobrimos que eles vivem em nosso planeta há um longo tempo, talvez milhares de anos. Isso poderia explicar bastante do que está por trás das teorias sobre os astronautas do passado."

"De qualquer forma, eu fui atingido no peito por uma de suas armas, um raio azul, que saiu de uma "caixa" em seu peito, aquilo abriu um buraco em mim, me rasgou, como um peixe, arrancou alguns dedos meus, derreteu meu pé esquerdo, queimou meus sapatos e me deu uma dose brutal de radiação de cobalto. Eu tive câncer por causa disso."

"66 agentes secretos, boinas pretas, boinas verdes e marines morreram porque o governo americano mente, eles não falam nada sobre a ameaça alienígena. Há uma guerra ocorrendo lá embaixo e eu estou falando muito seriamente. Isto está acontecendo desde aquele tempo. Desde 1979 nossos militares, os militares russos, basicamente os militares do mundo todo estão em conflito constante com alienígenas vindos do espaço. Os pequenos Greys, os grandes Greys, os Reptilianos, todos eles, há 11 raças distintas de aliens, 2 são benevolentes, uma delas teve que fugir apressadamente daqui porque estava sendo atacada."
(...)
"Há aliens benevolentes que estão aqui para ajudar-nos, eu tenho uma foto aqui, deixe-me pegá-la, uma foto de um alien que vem trabalhando para o Pentágono pelos últimos 58 anos, seu nome é Val, Val Valiant Thor, ele está bem aqui, e este é meu pai no fundo."

Fonte: Arquivo confidencial